Imaginas que sofro com tua ausência?
De fato conjecturas sobre meus sentimentos.
Imaginas que afundei-me em decadência,
Sofrendo por te ter em meus pensamentos.
Pensas que lembro-me de ti com afeto,
Que em meu coração ainda encontra alento,
Como se fosse teu refúgio secreto,
Para quando a vida te por em sofrimento.
Sofro sim, mas não pense que seja por saudade,
Pois tudo que trouxes foi desgosto e ilusão.
Sofro por teres ido tão tarde,
Agora que descobri que não há solidão
Vivo os prazeres da vida e da carne,
Sem no entanto ofertar meu coração
Deitei-me com mulheres de todas as idades,
Experimentei o sexo de ocasião.
Não, não preciso mais de tuas lamúrias,
Muito menos de seus achaques e sandices,
Descobri que posso viver da luxúria,
E que perder meu tempo contigo, foi pura tolice.
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 12 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Loucura
Isolado em sua própria mente,
Pedro vivia sua vida decadente.
Não tinha amigos nem parentes
Tinha apenas sua imaginação doente.
Em sua camisa branca ele descansa,
De braços enlaçados como uma criança.
Em seu abraço carente de esperança
Pedro revive suas lembranças.
Seu quarto acolchoado o protege,
Sua camisa branca o aquece,
Seu abraço constante o fortalece,
E a realidade dura o persegue.
Pensamentos correm inconclusos,
E perdido em devaneios obtusos
Anseia por objetivos escusos
Por não ver na vida algum uso.
Pedro vivia sua vida decadente.
Não tinha amigos nem parentes
Tinha apenas sua imaginação doente.
Em sua camisa branca ele descansa,
De braços enlaçados como uma criança.
Em seu abraço carente de esperança
Pedro revive suas lembranças.
Seu quarto acolchoado o protege,
Sua camisa branca o aquece,
Seu abraço constante o fortalece,
E a realidade dura o persegue.
Pensamentos correm inconclusos,
E perdido em devaneios obtusos
Anseia por objetivos escusos
Por não ver na vida algum uso.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Realização
Essa boca macia que toca meu corpo,
Fazendo essa leve pressão
Esse prazer reservado a poucos
Sentir de perto essa respiração.
Esse olhos tão profundos a me olhar
Como se você irradiasse toda por eles
E não pudesse em palavras expressar
Todos seus sentimentos de uma vez
Tudo nesse teu corpo é perfeição...
É carne, é desejo, é volúpia
Tudo que um homem deseja: pura atração...
A pura atração de uma atração impura.
Sou abençoado pelos deuses, pelo destino
Ou qualquer entidade que seja
Por te ter aqui comigo...
Tudo aquilo que um homem deseja
Fazendo essa leve pressão
Esse prazer reservado a poucos
Sentir de perto essa respiração.
Esse olhos tão profundos a me olhar
Como se você irradiasse toda por eles
E não pudesse em palavras expressar
Todos seus sentimentos de uma vez
Tudo nesse teu corpo é perfeição...
É carne, é desejo, é volúpia
Tudo que um homem deseja: pura atração...
A pura atração de uma atração impura.
Sou abençoado pelos deuses, pelo destino
Ou qualquer entidade que seja
Por te ter aqui comigo...
Tudo aquilo que um homem deseja
quinta-feira, 12 de julho de 2007
A luz
Certa vez eu caminhei pela luz,
E eu fui feliz, e a vida era bela, e tudo eram cores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E despertei inveja no mundo e na vida, e tudo eram dores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E a cobiça dos invejosos me tomou meus amores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E o peso da solidão me fez sofrer horrores...
E então a luz se apagou,
A felicidade se foi,
Somente a solidão restou.
Depois...
Eu caminhei pelas trevas,
E chorei a minha queda, meu amor perdido...
Eu caminhei pelas trevas,
E senti a escuridão espreitando meu coração partido...
Eu caminhei pelas trevas,
E degustava minhas lágrimas caídas sobre meu rosto sofrido...
Eu caminhei pelas trevas,
E o peso que carregava haveria de ter me destruído...
E então a luz brilhou novamente.
Em um ponto distante eu a vejo,
Eu a almejo ardentemente.
Eu a desejo...
Escrito em 23/03/2005
E eu fui feliz, e a vida era bela, e tudo eram cores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E despertei inveja no mundo e na vida, e tudo eram dores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E a cobiça dos invejosos me tomou meus amores...
Certa vez eu caminhei pela luz,
E o peso da solidão me fez sofrer horrores...
E então a luz se apagou,
A felicidade se foi,
Somente a solidão restou.
Depois...
Eu caminhei pelas trevas,
E chorei a minha queda, meu amor perdido...
Eu caminhei pelas trevas,
E senti a escuridão espreitando meu coração partido...
Eu caminhei pelas trevas,
E degustava minhas lágrimas caídas sobre meu rosto sofrido...
Eu caminhei pelas trevas,
E o peso que carregava haveria de ter me destruído...
E então a luz brilhou novamente.
Em um ponto distante eu a vejo,
Eu a almejo ardentemente.
Eu a desejo...
Escrito em 23/03/2005
sexta-feira, 25 de maio de 2007
O fim certo do amor errado
Um novo dia se inicia,
Mais uma agulhada no meu coração.
Minha alma que já padecia
Cada vez mais perde a sua razão.
O desespero, que era uma casualidade,
Passa a se tornar um estado de espírito
Já estou perdendo a sanidade
Graças a este amor maldito.
Todos os sonhos desmoronaram,
Todos os planos ruíram,
Todas as esperanças me abandonaram,
Todas as alegrias partiram.
Uma sombra cada vez maior me abraça
Me cercando a todo momento
Minha vida mudou, se tornou uma desgraça
Sempre regida pela dor do meu sofrimento
Quem me dera decidir o meu destino
Eu o arquitetaria agora
Pediria a Deus, sorrindo,
Que me levasse embora.
Escrito em 31/10/2005
Mais uma agulhada no meu coração.
Minha alma que já padecia
Cada vez mais perde a sua razão.
O desespero, que era uma casualidade,
Passa a se tornar um estado de espírito
Já estou perdendo a sanidade
Graças a este amor maldito.
Todos os sonhos desmoronaram,
Todos os planos ruíram,
Todas as esperanças me abandonaram,
Todas as alegrias partiram.
Uma sombra cada vez maior me abraça
Me cercando a todo momento
Minha vida mudou, se tornou uma desgraça
Sempre regida pela dor do meu sofrimento
Quem me dera decidir o meu destino
Eu o arquitetaria agora
Pediria a Deus, sorrindo,
Que me levasse embora.
Escrito em 31/10/2005
Assinar:
Postagens (Atom)